Primeiro caso de gripe aviária em ave silvestre é confirmado em São Paulo em 2026
A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo confirmou, em julho de 2026, o primeiro caso de gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1) em uma ave silvestre no estado. O vírus foi identificado em um irerê (Dendrocygna viduata) encontrado no município de Diadema.
O caso foi registrado em uma ave silvestre, sem qualquer relação com granjas comerciais ou produção avícola. As autoridades reforçaram que não há impacto na produção de carne de frango e ovos, que continuam seguros para consumo quando preparados corretamente.
A detecção faz parte do sistema de vigilância sanitária, que monitora aves silvestres para identificar precocemente a circulação do vírus. O Serviço Veterinário Oficial segue realizando ações de monitoramento e orienta que aves doentes ou mortas não sejam manipuladas pela população, devendo ser comunicadas aos órgãos responsáveis.
O objetivo é impedir a disseminação da doença e proteger tanto a avicultura quanto a fauna silvestre. A confirmação do caso reforça a importância da vigilância epidemiológica contínua, mas não altera o status sanitário da avicultura comercial paulista, já que o foco ocorreu exclusivamente em uma ave de vida livre.
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